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Brasão – Estado do Pará

O Brasão ou Escudo de Armas do Estado do Pará foi criado em 9 de novembro de 1903, pela lei estadual de nº 912, que estipulou a criação de um Brasão (ou Escudo) de Armas para o Estado.

Os seus autores são: José Castro Figueiredo (arquiteto) e Henrique Santa Rosa (Historiador e Geógrafo).

O mote: Sub lege progrediamur, latim para “Sob a lei progredimos”.
A estrela solitária: faz menção ao Pará como unidade da República Federativa do Brasil – à época da proclamação da República, única unidade federativa cuja capital situava-se acima da linha do Equador, fato esse representado na bandeira nacional por Espiga, figurada acima da linha do azimute.
As cores: vermelho faz menção à República e ao sangue derramado dos paraenses nas diversas lutas em defesa pela soberania da pátria.
A banda: branco faz menção à linha imaginária do Equador, que corta o estado ao Sul.
Os ramos: de cacaueiro e seringueira, fazem menção às principais produções agrícolas à época.
A águia: guianense faz menção à altivez, nobreza e realeza do povo do Estado.

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Brasão – São Paulo

 

O Brasão de Armas do Estado de São Paulo, executado pelo escultor Luiz Morrone, foi instalado no Salão dos Despachos do Palácio dos Bandeirantes em 12 de março de 1987. Fundido em bronze e esmaltado a fogo, pesa 150 kg. Foi descerrado no dia 16 de março de 1987, durante a primeira entrevista do Governador Orestes Quércia, no Palácio dos Bandeirantes. O Brasão de Armas do Estado de São Paulo foi instituído por ocasião da Revolução Constitucionalista de 1932, pelo Decreto nº 5.656, assinado pelo Governador Pedro de Toledo, em agosto do mesmo ano.

Sua criação é do pintor Wasth Rodrigues, como símbolo da “Campanha Do Ouro para o Bem do Brasil”. Utilizado até o Estado Novo, em 1937, quando então foi substituído por outros símbolos nacionais. Somente com a redemocratização do país e a nova Constituição de 1946 o brasão de armas reconquistou sua função simbólica.

O escultor Luiz Morrone executou a versão escultórica do Brasão.

DESCRIÇÃO DO BRASÃO DE ARMAS:

Heráldica: “Em escudo português de goles, uma espada com o punho brocante sobre o cruzamento de um ramo de louro, à destra e um carvalho, à sinistra, passados em aspa na ponta, e acostada em chefe das letras SP, tudo de prata”.

Timbre: “Uma estrela de prata”.

Suportes: “Dois ramos de cafeeiro frutificado, de sua cor, passados em aspa na ponta”.

Divisa: “Em listel de goles, brocante sobre o cruzamento dos suportes, ‘Pro Brasilia fiant eximia’ de prata, cujo significado é ‘PELO BRASIL FAÇAM-SE GRANDES COISAS’”.

OS ARTISTAS:

Wasth Rodrigues (São Paulo, Brasil, 1881/ Rio de Janeiro, Brasil, 1957). Pintor, desenhista, historiador, heraldista, paisagista e pesquisador. Em 1910 recebeu Prêmio Viagem à Europa. Trabalhou em Paris, na Academia Julian. Executou painéis de azulejos para diversos monumentos históricos: Obelisco da “Ladeira da Memória” em São Paulo;“Pouso de Paranapiacaba”;“Rancho da Maioridade” e “Padrão do Lorena”; todos na antiga Serra do Mar. Fez quadros históricos, retratos e brasões para várias cidades.

Luiz Morrone (São Paulo, Brasil, 1906/ São Paulo, Brasil, 1998). Escultor, discípulo de Ettore Ximenes. Em 1958 recebeu o Prêmio Viagem ao País. Foi o autor dos bustos de Vital Brasil e Menotti Del Picchia. É também autor dos monumentos “Padre Anchieta” em Itanhaém, São Paulo, “Pedro Álvares Cabral” no Parque do Ibirapuera e “Cristóvão Colombo”, ambos na cidade de São Paulo.